Autenticidade
Quem você era antes de começar a se moldar ao que o outro queria.
Pra quem saiu de uma relação que machucou, jurou que nunca mais e se pegou repetindo. Sessões individuais com a Mayra, presencial em São Paulo ou online.
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Você passou a vida esperando ser escolhida escolher.
“Disse que ia me levar no casamento da prima e um dia antes disse que eu não cabia no carro.”
“Disse que amava sair comigo, mas que não conseguia ter algo sério com alguém que já teve ex.”
“Se a relação é de ficante, não precisa de consentimento.”
“Disse que eu estava bem, mas que se eu fizesse uma lipo ficaria melhor ainda.”
“Falou que eu era intensa demais toda vez que eu falava o que eu sentia.”
“Sumia por dias e voltava como se nada tivesse acontecido.”
“Eu deixei de fazer tudo que eu gostava e nem percebi quando foi.”
“Eu não consigo me imaginar sozinha daqui a dez anos.”
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Todas essas frases têm a mesma coisa embaixo: a gente está só ficando, então eu não tenho responsabilidade pelo que você sente.
Se você reconheceu duas ou mais, isso não é coincidência. É padrão. E padrão não se desfaz com o tempo passando: ele se repete com a próxima pessoa.
Entender nunca foi o problema.
Você provavelmente já sabe explicar o que aconteceu. O que ele fazia, o que você sentia, por que demorou tanto para sair. Você leu, você pesquisou, você conversou com as amigas.
O problema é que você entende perfeitamente e mesmo assim se pega olhando o perfil dele às onze da noite. Escolhendo o mesmo tipo de homem com outra cara. Ficando quieta numa conversa porque aprendeu que discordar custa caro.
Entendimento sozinho não muda comportamento. O que muda é ter o que fazer no lugar, e alguém acompanhando enquanto você faz.
Cada mês que passa sem isso não é um mês neutro. É mais um ciclo do mesmo, com o mesmo homem ou com o próximo.
Ela não vai te perguntar o que há de errado com você. Vai olhar o que te ensinaram a achar normal.
Em vez de procurar defeito em você, ela procura de onde veio a regra que você seguiu sem nunca ter escolhido.
E ela junta duas coisas que quase nunca andam juntas: o olhar clínico e o conhecimento jurídico prático. É a psicanalista que abre o Código Penal e o formulário de medida protetiva dentro da sessão, e explica o sistema de dentro, não com informação de internet.
Ela também não estudou esse assunto de fora: viveu e saiu. A vida dela ficou interessante primeiro; a virada veio depois. É a promessa do trabalho, vivida antes de ser ensinada.
Eu passei três anos esperando ser escolhida por alguém que dizia, na minha frente, que amava outra pessoa. Eu era inteligente, eu era formada, eu entendia tudo. E ficava.
Quem você era antes de começar a se moldar ao que o outro queria.
O que te prendeu, e o que ainda prende. Nem sempre é o relacionamento.
O que te move quando não é a busca por ser escolhida.
Suas fontes de amor, e por que nunca pode existir só uma.
A ordem não é a mesma pra todo mundo: ela sai da sua história, olhada com calma nas primeiras sessões. É a diferença entre um processo com o seu nome e um curso que você assiste no sofá e esquece na terça.
Um espaço só seu, com quem entende de violência psicológica por dentro: na clínica, na lei e na própria história.
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Presencial ou online, no horário que você escolher. A partir daí, você não atravessa isso sozinha.
Ela não promete que você vai encontrar alguém.
Promete que você vai sair sabendo escolher.
Você já sabe que não quer passar por outro ciclo igual. Chama a equipe no WhatsApp, conta o que for confortável, e garanta o seu horário com a Mayra.
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